Escala Likert: o que é, 30 exemplos de perguntas e como analisar os resultados
Se você precisa montar uma pesquisa com escala Likert hoje, esta página resolve as três partes do trabalho: 30 exemplos de perguntas prontos para copiar, organizados por caso de uso, uma tabela para decidir quantos pontos usar e o passo a passo da análise, incluindo o cálculo de ranking médio com um exemplo resolvido.
A parte de análise merece atenção especial: é justamente na hora de interpretar os resultados que as pesquisas perdem valor.
O que é a escala Likert
A escala Likert é um formato de pergunta em que a pessoa indica o quanto concorda ou discorda de uma afirmação, escolhendo um ponto em uma escala simétrica. Foi proposta pelo psicólogo Rensis Likert em 1932 e virou o padrão para medir atitudes, percepções e satisfação em pesquisas. O formato mais comum tem 5 pontos:
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |
|---|---|---|---|---|
| Discordo totalmente | Discordo | Não concordo, nem discordo | Concordo | Concordo totalmente |
A mesma estrutura funciona com outros rótulos, como frequência (nunca a sempre), satisfação (muito insatisfeito a muito satisfeito) ou importância (nada importante a essencial).
30 exemplos de perguntas em escala Likert
Todos os itens abaixo usam a escala de concordância de 5 pontos da tabela acima, salvo indicação em contrário. Copie, adapte os termos ao seu contexto e mantenha uma regra: cada afirmação mede uma coisa só. Afirmações duplas, como “o atendimento foi rápido e resolveu meu problema”, produzem respostas impossíveis de interpretar.
Satisfação do cliente (CSAT)
- O atendimento resolveu meu problema na primeira tentativa.
- O tempo de resposta do suporte atendeu minha expectativa.
- O processo de compra foi simples.
- A qualidade do produto corresponde ao que foi anunciado.
- Encontrei facilmente as informações de que precisava.
- Eu recomendaria esta empresa a um colega.
O item 6 se parece com a pergunta do NPS, mas em formato de concordância. Se o seu objetivo é acompanhar recomendação como métrica ao longo do tempo, use o NPS na escala padrão de 0 a 10, que permite comparação com benchmarks de mercado.
Clima organizacional e eNPS
- Sinto que meu trabalho é reconhecido pela liderança.
- Tenho as ferramentas de que preciso para fazer bem o meu trabalho.
- Recebo feedback claro sobre meu desempenho.
- Vejo oportunidades reais de crescimento nesta empresa.
- A comunicação entre as áreas funciona bem.
- Consigo equilibrar trabalho e vida pessoal na minha rotina atual.
Em pesquisa de clima, o anonimato muda a qualidade das respostas. Deixe explícito no início do formulário que as respostas não são identificadas e resista à tentação de pedir dados que permitam identificar a pessoa, como cargo e equipe ao mesmo tempo em times pequenos.
Pós-evento
- O conteúdo apresentado correspondeu ao que o evento prometeu.
- A duração das sessões foi adequada.
- Os palestrantes dominavam os temas que apresentaram.
- A organização do evento (credenciamento, sinalização, horários) funcionou bem.
- O evento valeu o tempo que investi.
- Eu participaria de uma próxima edição.
Envie a pesquisa de pós-evento em até 48 horas, enquanto a memória está fresca. Os itens 17 e 18 funcionam como um resumo do conjunto: quando as notas dos demais itens estão altas mas essas duas caem, algo que a pesquisa não cobriu incomodou o público, e vale abrir espaço para um campo de resposta livre logo depois delas.
Feedback de produto
- O produto é fácil de usar no dia a dia.
- Os recursos atendem às minhas necessidades atuais.
- A relação entre preço e valor entregue é justa.
- Confio na estabilidade do produto.
- Encontro ajuda facilmente quando tenho uma dúvida.
- Eu sentiria falta do produto se ele deixasse de existir amanhã.
O item 24 é uma adaptação em Likert da pergunta clássica de aderência de produto e costuma ser o melhor preditor do conjunto: quem concorda totalmente com ele tende a permanecer como cliente. Acompanhe esse item ao longo do tempo, segmentado por plano ou por tempo de uso, em vez de olhar apenas a média geral de uma rodada.
Pesquisa acadêmica e TCC
- As aulas relacionam teoria e prática de forma equilibrada.
- O material didático disponibilizado é suficiente para acompanhar a disciplina.
- Os critérios de avaliação foram comunicados com clareza.
- Sinto-me à vontade para tirar dúvidas durante as aulas.
- A carga de trabalho da disciplina é compatível com o prazo disponível.
- O curso contribui para a minha preparação profissional.
Em pesquisa acadêmica, mantenha os itens no mesmo sentido sempre que possível. Itens invertidos, como “tenho dificuldade de acompanhar as aulas”, exigem recodificação na análise e confundem respondentes desatentos. Se o orientador pedir itens de controle invertidos, documente a inversão na metodologia e recodifique antes de calcular qualquer estatística.
5 erros de escrita que distorcem os dados
Antes de escolher o número de pontos, revise os itens contra esta lista. Cada um destes erros aparece com frequência em pesquisas reais e contamina os dados de um jeito que nenhuma análise corrige depois:
- Afirmação com dupla carga. “O atendimento foi rápido e resolveu meu problema” mistura duas medidas. Quem teve resposta rápida que não resolveu nada não tem como responder. Separe em dois itens.
- Enunciado tendencioso. “Nosso premiado suporte resolveu seu problema?” induz a resposta. Escreva o item de forma neutra e deixe a opinião para o respondente.
- Negativa dupla. “Não acho que o produto seja difícil de usar” obriga o respondente a resolver uma charada lógica. Concordar significa achar fácil ou difícil? Prefira sempre a forma afirmativa direta.
- Trocar a direção da escala no meio do formulário. Se o 5 significa concordo totalmente nas primeiras perguntas, precisa significar o mesmo até o fim. Respondentes no piloto automático não percebem a troca, e os dados viram ruído.
- Pontos sem referência. Números soltos, sem âncora nenhuma, geram interpretações diferentes do mesmo ponto. Rotule todos os pontos quando o formato permitir, como na tabela do início deste guia. Em escalas numéricas com âncoras apenas nos extremos, um formato comum em formulários digitais, garanta que os dois rótulos definam a direção da escala sem ambiguidade.
Escala de 5, 7 ou 10 pontos?
A pesquisa clássica sobre o tema é a de Preston e Colman, publicada na Acta Psychologica em 2000. Os autores compararam escalas de 2 a 11 pontos nos mesmos itens, além de uma escala de 101 pontos em formato separado, e mediram confiabilidade, validade e poder de discriminação. O resultado: escalas de 2 a 4 pontos tiveram desempenho pior, os índices melhoram até por volta de 7 pontos, e a confiabilidade de teste e reteste cai em escalas com mais de 10. Os respondentes preferiram as escalas de 10, 7 e 9 pontos, nessa ordem. O estudo está disponível no ScienceDirect.
A escolha depende do que você vai fazer com o dado:
| Pontos | Quando usar | Custo |
|---|---|---|
| 5 | Pesquisas com clientes e uso geral. Simples de responder no celular e fácil de comparar entre períodos. | Menos sensível a variações pequenas de opinião |
| 7 | Pesquisas acadêmicas e estudos que precisam detectar diferenças menores entre grupos | Rótulos intermediários ficam mais difíceis de nomear com clareza |
| 10 ou 11 | Quase nunca em Likert clássico. Se você quer 0 a 10, provavelmente quer NPS | Acima de 10 pontos a confiabilidade de reteste cai, e a escala vira nota, não concordância |
| 4 ou 6 (par) | Quando você precisa forçar um posicionamento e eliminar o ponto neutro | Irrita parte dos respondentes e aumenta o abandono em temas sensíveis |
Se estiver em dúvida, use 5 pontos. É o formato que seus respondentes já conhecem, funciona bem em telas pequenas e simplifica a comparação de resultados entre pesquisas.
Escala Likert, NPS ou CSAT?
As três medem percepção, mas respondem a perguntas diferentes:
| Método | O que mede | Escala típica | Use quando |
|---|---|---|---|
| Escala Likert | Grau de concordância com afirmações específicas | 5 ou 7 pontos | Você quer diagnosticar aspectos específicos de uma experiência |
| NPS | Probabilidade de recomendação | 0 a 10 | Você quer uma métrica única de lealdade, comparável com o mercado |
| CSAT | Satisfação com uma interação pontual | 1 a 5 | Você quer medir um momento específico, como um atendimento ou compra |
Elas se complementam. Um formato comum de pesquisa combina a pergunta do NPS no início com 4 a 6 itens Likert em seguida, para que a nota geral venha acompanhada do diagnóstico do que a explica.
Como analisar os resultados da escala Likert
O caminho abaixo funciona para qualquer pesquisa Likert, do CSAT ao TCC.
1. Codifique as respostas
Atribua um número a cada ponto da escala: discordo totalmente vale 1, concordo totalmente vale 5. Em itens com sentido invertido (por exemplo, “tenho dificuldade de encontrar ajuda”), inverta a codificação antes de qualquer cálculo, senão o item puxa a média na direção errada.
2. Olhe a distribuição antes de qualquer média
Conte quantas respostas caíram em cada ponto. A distribuição mostra padrões que a média esconde: um item com muitas respostas em 1 e muitas em 5 indica opiniões divididas, e a média perto de 3 sugeriria, de forma enganosa, indiferença.
3. Calcule o ranking médio
O ranking médio (RM) é a média ponderada das respostas. Um exemplo resolvido, com 40 respostas para o item “o atendimento resolveu meu problema na primeira tentativa”:
| Resposta | Código | Respostas | Código × respostas |
|---|---|---|---|
| Discordo totalmente | 1 | 2 | 2 |
| Discordo | 2 | 5 | 10 |
| Não concordo, nem discordo | 3 | 8 | 24 |
| Concordo | 4 | 15 | 60 |
| Concordo totalmente | 5 | 10 | 50 |
| Total | 40 | 146 |
RM = 146 ÷ 40 = 3,65. O resultado fica entre o neutro (3) e o concordo (4), mais perto do concordo. Reportado sozinho, porém, o 3,65 esconde que 17,5% dos respondentes discordaram. Por isso o passo 2 vem antes.
Duas métricas complementares ajudam na leitura:
- Moda: o ponto mais escolhido. No exemplo, 4 (concordo).
- Top-2-box: o percentual de respostas nos dois pontos mais altos. No exemplo, (15 + 10) ÷ 40 = 62,5%. É a métrica mais simples de comunicar para quem não acompanha pesquisa.
Um segundo exemplo mostra por que a distribuição vem antes da média. Considere outro item, com as mesmas 40 respostas assim distribuídas: 15 em discordo totalmente, 2 em discordo, 3 no neutro, 2 em concordo e 18 em concordo totalmente. O ranking médio dá 3,15, um número aparentemente próximo do 3,65 do primeiro exemplo. A leitura, porém, é oposta: o primeiro item tem consenso moderadamente positivo, e o segundo tem o público rachado em dois extremos, com 37,5% discordando totalmente e 45% concordando totalmente. Um relatório que mostrasse apenas as médias trataria os dois itens como parecidos e esconderia exatamente o achado mais importante da pesquisa.
Para interpretar o ranking médio de um item de concordância em escala de 5 pontos, uma régua de leitura usual em relatórios de pesquisa: abaixo de 2,5 indica discordância predominante, entre 2,5 e 3,4 indica divisão ou neutralidade, e a partir de 3,5 indica concordância, mais forte quanto mais perto de 5. Trate as faixas como convenção de leitura, não como padrão estatístico, e ajuste os cortes ao contexto da sua pesquisa.
Em contexto acadêmico, uma ressalva: a escala Likert produz dados ordinais, e há um debate antigo sobre usar média em dados desse tipo. Para decisões de negócio, o ranking médio acompanhado da distribuição resolve. Em um TCC, reporte também a mediana e a moda, e explique a escolha na metodologia.
4. Tabule na planilha
Com as respostas codificadas em uma coluna, duas fórmulas resolvem o essencial no Google Sheets ou no Excel: =CONT.SE(intervalo;4) conta as respostas de cada ponto para montar a distribuição, e =MÉDIA(intervalo) calcula o ranking médio. Exportando as respostas do seu formulário para a planilha, a tabulação de uma pesquisa inteira leva minutos.
5. Escolha o gráfico certo
Barras horizontais empilhadas mostram a distribuição de vários itens de uma vez e são o padrão para relatórios de pesquisa Likert. Barras divergentes, com o neutro ao centro, facilitam comparar itens com opiniões divididas. Evite gráficos de pizza: com 5 categorias por item e vários itens, eles ficam ilegíveis rápido.
Para montar o gráfico empilhado no Google Sheets, organize uma tabela com os itens nas linhas e os 5 pontos da escala nas colunas, preenchida com os percentuais de cada ponto. Selecione a tabela, insira um gráfico e escolha o tipo “barras empilhadas 100%”. Mantenha a ordem das cores do discordo para o concordo e use tons que escureçam na direção da concordância, para que o leitor compare os itens pela mancha visual sem precisar ler os números.
Escala Likert em TCC e pesquisa acadêmica
Três cuidados separam um instrumento aceito pela banca de um questionário improvisado:
Cite o instrumento corretamente. A referência original é Likert, R. (1932), “A Technique for the Measurement of Attitudes”, Archives of Psychology, nº 140. O registro está no PsycNet da APA. Rigorosamente, “escala Likert” é o conjunto de itens que mede um construto; cada afirmação individual é um item Likert. Bancas atentas cobram essa distinção.
Faça um pré-teste. Aplique o questionário a um grupo pequeno antes da coleta oficial. Itens ambíguos, escalas com rótulos confusos e afirmações duplas aparecem no pré-teste, quando ainda dá tempo de corrigir.
Verifique a consistência interna. O alfa de Cronbach é o indicador usual de que os itens do instrumento medem o mesmo construto, e valores a partir de 0,7 costumam ser tratados como aceitáveis na literatura. Planilhas e softwares de estatística como o Jamovi, que é gratuito, calculam o alfa em poucos cliques.
Reporte o instrumento por completo na metodologia. O capítulo de método precisa permitir que outra pessoa reproduza a pesquisa: descreva o número de itens, a escala usada e seus rótulos, a codificação numérica adotada, o tratamento dos itens invertidos e as estatísticas escolhidas para a análise, com a justificativa da escolha entre média, mediana e distribuição. Nos resultados, apresente a tabela de frequência por item antes das medidas resumidas. Bancas costumam valorizar mais a coerência entre o que foi prometido no método e o que aparece nos resultados do que a sofisticação estatística em si.
Como criar uma escala Likert no Yay! Forms
Existem dois campos adequados, dependendo do formato que você quer:
Campo Matriz. As afirmações ficam nas linhas e os pontos da escala nas colunas, todas rotuladas. É o formato clássico para aplicar vários itens com a mesma escala em uma tela só, e o campo se ajusta automaticamente ao dispositivo, o que resolve o problema comum de tabelas quebradas no celular. Para pesquisa acadêmica, a opção de embaralhar a ordem das linhas ajuda a reduzir o viés de ordem entre respondentes.
Grupo com campos de Escala de Opinião. Cada afirmação vira um campo de Escala de Opinião, com o número de pontos configurável e rótulos nas âncoras da esquerda e da direita, e o campo Grupo reúne os itens em uma única etapa. É o formato numérico com extremos ancorados, útil quando você quer telas mais leves ou um número de pontos diferente do padrão.
Nos dois casos, dá para começar sem montar nada à mão: descreva a pesquisa em uma frase, como “pesquisa de clima organizacional com 6 afirmações em escala Likert de 5 pontos”, e a inteligência artificial do Yay! Forms monta o formulário com os itens, a escala e as telas. Depois da coleta, a análise com IA resume as respostas abertas e agrupa os temas mais citados, o que reduz o trabalho do passo de tabulação. O plano gratuito permite testar com a sua primeira pesquisa.
Perguntas frequentes
A escala Likert é qualitativa ou quantitativa?
A escala Likert é tratada de forma quantitativa, embora produza dados ordinais: as categorias têm ordem, mas a distância entre elas não é garantidamente igual. Em pesquisa aplicada, a análise usa frequências, ranking médio e testes estatísticos apropriados para dados ordinais. A afirmação em si captura uma percepção qualitativa, e a escala a converte em número analisável. Em trabalhos acadêmicos, o mais seguro é descrever a variável como ordinal e justificar na metodologia como ela foi analisada.
Quantos pontos deve ter uma escala Likert?
Use 5 pontos como padrão e 7 quando precisar de mais sensibilidade para detectar diferenças pequenas entre grupos. A pesquisa de Preston e Colman (2000) mostrou que a qualidade dos dados melhora até cerca de 7 pontos e que a confiabilidade de teste e reteste cai acima de 10. Escalas de 2 a 4 pontos tiveram o pior desempenho do estudo. Acima disso, o ganho é pequeno e o custo de rotular os pontos intermediários cresce.
Como calcular a média de uma escala Likert?
Codifique as respostas de 1 a 5, multiplique cada código pelo número de respostas que ele recebeu, some tudo e divida pelo total de respondentes. Esse resultado é o ranking médio. Com 2 respostas em 1, 5 em 2, 8 em 3, 15 em 4 e 10 em 5, a conta é 146 dividido por 40, que dá 3,65. Reporte a média sempre acompanhada da distribuição das respostas, porque médias parecidas podem esconder padrões de resposta muito diferentes.
Qual a diferença entre escala Likert e item Likert?
O item Likert é uma afirmação individual com a escala de concordância, como “o atendimento resolveu meu problema”. A escala Likert, no sentido original de 1932, é o conjunto de itens que juntos medem um construto, como satisfação com o suporte. A distinção importa em contexto acadêmico: um único item não constitui uma escala, e uma escala propriamente dita passa por verificação de consistência interna entre os itens.
Quantos itens deve ter uma pesquisa com escala Likert?
O suficiente para cobrir o que você precisa decidir, e nada além disso. Pesquisas de satisfação e pós-evento funcionam bem com 4 a 8 itens; pesquisas de clima organizacional costumam usar de 20 a 40, agrupados por dimensão; instrumentos acadêmicos seguem o construto que estão medindo. O limite que importa é o tempo do respondente: a partir de alguns minutos de formulário, o abandono e as respostas em linha reta (todas no mesmo ponto) crescem. Corte qualquer item cuja resposta não mudaria uma decisão sua.
Posso usar uma escala Likert sem ponto neutro?
Sim. Escalas pares, com 4 ou 6 pontos, removem o ponto do meio e forçam o respondente a se posicionar. O ganho é eliminar o uso do neutro como resposta de conveniência. Em temas sensíveis, porém, ou quando a pessoa genuinamente não tem opinião, a escolha forçada tende a gerar desconforto, mais abandono e respostas menos honestas. Use a versão par apenas quando o posicionamento for indispensável para a decisão que a pesquisa alimenta.